Proposta Inconveniente (Patrícia Cabot)

Oi pessoal!

Sei que andei bem sumida, mas estava tendo muitas provas nas últimas semanas e por isso mal tive tempo de pensar esses dias. Infelizmente isso atrasou todo o calendário de posts especiais que eu estava preparando, mas eles irão ser postados em breve – ainda que não estejam mais cronologicamente adequados. Ainda não estou de férias, mas aproveitei a pequena pausa para respirar e vim correndo aqui postar mais uma resenha!

 

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O título escolhido hoje é Proposta Inconveniente de Patrícia Cabot. Eu já conhecia a autora desse livro há muito tempo (vou falar mais dela no final) e assim que vi essa capa linda levei esse livro comigo para casa!

 

∴  Edição

 

Este exemplar de Proposta Inconveniente foi publicado pela Editora Record  em 2014 (2ª edição). Assim como os outros livros já resenhados aqui, as páginas são amareladas e a letra tem um tamanho bom, assim como o espaçamento e a margem. Este livro não possui detalhes no decorrer das páginas, e mesmo a primeira página de cada capítulo é bem simples. Mas apesar de eu achar detalhes algo super charmoso, o estilo minimalista desse livro não deixa nada a desejar. Acredito que o a editora optou por essa diagramação por se tratar de um romance histórico adulto, mas (mesmo que não tenha sido o caso) a história é tão envolvente que a falta de quebras no texto acaba sendo um ponto positivo que te permite um foco total na trama.

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A capa, por outro lado, nos cativa pela riqueza de detalhes. A escolha da palheta de cores foi perfeita, sem contar a da fonte para o título! Correndo o risco de incitar vários comentários furiosos de feministas e afins, tenho que dizer que adorei a retratação do espatilho que mostra o crescimento de Payton e a ressalta como uma bela mulher, e não mais uma criança – como seus irmãos a tratam. O espartilho lhe confere uma feminilidade sem igual e faz com que todos vissem a garota com outros olhos já que antes ela vivia metida em roupas de menino.

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∴  História  

 

Esse livro – que se passa no século XIX – conta a história de Payton Dixon, uma garota super aventureira que foi criada em alto-mar junto com seus quatro irmãos mais velhos. Seu pai é dono de uma importante companhia de navegação na Inglaterra e, em razão disso, ela cresceu em meio à tripulação de um navio e sabe muito bem comandá-la quando seus irmãos estão bêbados demais para segurar o leme e exatamente por isso o maior sonho da garota é comandar seu próprio navio, o Constant.

Mas ser a capitã de um navio não é uma atribuição adequada para uma dama – não que Payton se interesse pelas atribuições de uma dama – e agora que a menina está para completar 19 anos, sua cunhada está determinada a trocar suas roupas masculinas por um belo vestido e espartilhos a fim de arrumar-lhe um marido. Essa mudança no visual atraiu a atenção do Capitão Connor Drake, a paixão secreta de Payton. Mas o capitão somente percebeu que a bela senhorita Dixon já não era mais uma criança às vésperas de seu casamento com a Srta. Whitby (uma garota que Payton acredita ser uma golpista dissimulada).

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Apesar de, num primeiro momento, todas essas desconfianças parecerem algo motivado por ciúmes, as suspeitas de Payton se provam verdadeiras quando ela descobre que a noiva está tramando algo com o maior rival de seu pai. Ela ainda tenta alertar seus irmãos, mas eles não acreditam na garota que se vê  sem escolhas quando o barco dos noivos é atacado e por isso se infiltra em uma tripulação pirata para resgatar Drake. O que ela não esperava é que isso fosse levá-la para aventuras surpreendentes que acabariam por unir os dois de uma forma que ela jamais imaginou.

Eu adorei esse livro e mergulhei nele com tudo! Acreditem ou não li ele inteirinho em apenas uma tarde. Devo admitir que, apesar de não gostar do momento que chego ao fim de um livro, adoro quando ele me prende a ponto de eu ler ser ver o tempo passar. Gosto também de quando consigo ler por horas a fio sem parar por nada…

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Como eu disse, já conhecia essa autora há alguns anos… Dezesseis para ser mais específica. Talvez muitos de vocês a conheçam também pelo nome completo Meggin Patricia Cabot, ou pela abreviação mais conhecida: Meg Cabot. Meg Cabot ficou muito conhecida por livros como O Diário da Princesa e Mediadora, mas em se tratando de romances históricos ela optou por utilizar o nome Patricia Cabot  para que sua avó não soubesse que ela estava escrevendo livros impertinentes – palavras da própria autora!!! Mas tudo terminou bem entre elas… acabou que no fim os tais “livros impertinentes” ganharam o lugar de favoritos da vovó e Meg Cabot retirou o apelido.

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O primeiro livro dessa autora que li, como não podia deixar de ser aos nove anos de idade, foi O Diário da Princesa e em 2015 eu tive a honra de conhecer a Meg e vocês não acreditam em como ela é fofa! Sério, uma gracinha mesmo!! Ela veio ao Brasil para o lançamento do décimo primeiro volume da série e também da edição especial de 15 anos do primeiro livro. Acreditem se quiser, mas a maioria esmagadora na fila de autógrafos não era de crianças!!!!!

Bom… é isso gente… espero que tenham gostado da resenha! Nos vemos em breve!

Xx

 

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